Conheça os 7 principais mitos sobre a febre na pediatria!
7 de dezembro de 2021
1. Febre é sempre um sinal de doença
Febre não é doença, e sim um mecanismo normal do nosso corpo. A febre estimula produção de neutrófilos, células importantes que ajudam a combater uma possível infecção. E a febre também retarda o crescimento e reprodução de bactérias e vírus. 2. Febre alta é sinal de doença grave
Mito! O grau de febre nem sempre se relaciona com a gravidade da doença. 3. Febre alta acima de 39,5°C precisa ser tratada com antibiótico
Não é verdade! Muitos quadros virais causam febre alta acima de 39°C por 1/2 dias e se resolvem espontaneamente, sem necessidade de antibiótico. 4. Quanto maior a febre, maior o risco de convulsão febril
Mito! A convulsão febril ocorre em crianças predispostas geneticamente e quando ocorre uma subida muito rápida de temperatura corporal, não necessariamente, temperaturas muito elevadas. 5. Toda febre precisa ser medicada
Não! O importante é medicar a febre, não importa o grau, quando ela estiver acompanhada de um desconforto evidente como choro intenso, irritabilidade, perda de apetite, distúrbio de sono ou mal estar geral. 6. Banho morno ou compressas frias ajudam no controle da febre
Não! Métodos físicos não são recomendados para abaixar a febre. E normalmente esses banhos frios ou compressas frias (com ou sem álcool) são piores pois causam mais irritabilidade nas crianças, calafrios e tremores. 7. Febre é somente temperatura acima de 38°C
A medida de temperatura axilar com termômetro digital é a mais indicada. E normalmente consideramos febre maior ou igual a 37,8°C. Porém o mais importante é se preocupar o estado geral da criança e não somente com o grau da febre.